... e junho foi assim:
- Show do João Bosco no SESC Itaquera. Baratim, friozim... Bom.
O melhor foi ter a possibilidade de filmar Ju3 dançando dobrando os joelhos e batendo as mãos neles ritmadamente. Um mimo só.
- Cortei o cabelo, Ju1 também.
- Perdi o churrasco da meninas em Diadema. Abri mão do Festival das Carnes (churrasco, mulheres e cervejas) para ajudar Ju3 na mudança. Sim, isso é amor. Depois só relaxando no BirinYghts... ah, e claro, o Rancho de sempre.
- Jogatina em Kit de Ju3. (desculpe, mas esqueci de todos os presentes e é melhor não tentar listar.)
- Dia das namoradas (ahhhhhhhhhhhhhh... eu esqueci o que dei!! Humpf... quer dizer, esqueci de uma das coisas que dei... acho que também esqueci o que me deram, quer dizer... cof.)
- Noitão no HSBC:
Bem-Vindos – muuuuuito bom!
O Balão Vermelho – entediante.
O outro nem sei, não ficamos pra ver.
Mas de quebra ainda ganhei uma camiseta do NonSense e dei pra Ju3. =D
- Aniversário da minha Mãe.
(E essa minha queda por geminianas... ai ai... rs)
- De Amor e Restos Humanos: peça mediana, mais pra menos.
- Levei Dona Veia pra conhecer o tão falado Rancho, acho que ela gostou.
- Lan&Ju3 passam a denunciar seu amor com alianças.
- Primeiro Amor: monólogo perfeito, texto integral e ótima atuação.
- O Céu 5 Minutos Antes da Tempestade: peça a la Beckett, honrou-o. Muito bom o texto, boas atuações. Pecou apenas na narração. Desnecessária ou, no mínimo, mal resolvida.
- Senhora dos Afogados: montagem impecável. Um pouco ‘teatral’ demais. E a temática não me instigou muito.
- Kung Fu Panda: vale a pena reassistir.
- POSSE!!
No derradeiro dia de junho.
Apossei-me de um cargo público.
Aleluia! Oxalá! Salve salve!
E após assinar a posse: jantar num rodízio de sushi com Dona Veia, Ju3, Zé e Marta pra comemorar com muito sushi e erdinger. Eu merecia.
=D
Quando o carnaval chegar
(Chico Buarque/1972)
Quem me vê sempre parado, distante
Garante que eu não sei sambar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando
E não posso falar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu vejo as pernas de louça da moça que passa e não posso pegar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Há quanto tempo desejo seu beijo
Molhado de maracujá
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
E quem me ofende, humilhando, pisando, pensando
Que eu vou aturar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
E quem me vê apanhando da vida duvida que eu vá revidar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu vejo a barra do dia surgindo, pedindo pra gente cantar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu tenho tanta alegria, adiada, abafada, quem dera gritar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
... chegou.
domingo, 3 de agosto de 2008
17. junho
lembrado por
Mulher Capacete
às
15:32
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Um comentário:
Chegou para mim também, Miúda ;)
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