domingo, 3 de agosto de 2008

17. junho

... e junho foi assim:

- Show do João Bosco no SESC Itaquera. Baratim, friozim... Bom.
O melhor foi ter a possibilidade de filmar Ju3 dançando dobrando os joelhos e batendo as mãos neles ritmadamente. Um mimo só.

- Cortei o cabelo, Ju1 também.

- Perdi o churrasco da meninas em Diadema. Abri mão do Festival das Carnes (churrasco, mulheres e cervejas) para ajudar Ju3 na mudança. Sim, isso é amor. Depois só relaxando no BirinYghts... ah, e claro, o Rancho de sempre.

- Jogatina em Kit de Ju3. (desculpe, mas esqueci de todos os presentes e é melhor não tentar listar.)

- Dia das namoradas (ahhhhhhhhhhhhhh... eu esqueci o que dei!! Humpf... quer dizer, esqueci de uma das coisas que dei... acho que também esqueci o que me deram, quer dizer... cof.)

- Noitão no HSBC:
Bem-Vindos – muuuuuito bom!
O Balão Vermelho – entediante.
O outro nem sei, não ficamos pra ver.
Mas de quebra ainda ganhei uma camiseta do NonSense e dei pra Ju3. =D

- Aniversário da minha Mãe.
(E essa minha queda por geminianas... ai ai... rs)

- De Amor e Restos Humanos: peça mediana, mais pra menos.

- Levei Dona Veia pra conhecer o tão falado Rancho, acho que ela gostou.

- Lan&Ju3 passam a denunciar seu amor com alianças.

- Primeiro Amor: monólogo perfeito, texto integral e ótima atuação.

- O Céu 5 Minutos Antes da Tempestade: peça a la Beckett, honrou-o. Muito bom o texto, boas atuações. Pecou apenas na narração. Desnecessária ou, no mínimo, mal resolvida.

- Senhora dos Afogados: montagem impecável. Um pouco ‘teatral’ demais. E a temática não me instigou muito.

- Kung Fu Panda: vale a pena reassistir.

- POSSE!!
No derradeiro dia de junho.
Apossei-me de um cargo público.


Aleluia! Oxalá! Salve salve!


E após assinar a posse: jantar num rodízio de sushi com Dona Veia, Ju3, Zé e Marta pra comemorar com muito sushi e erdinger. Eu merecia.

=D



Quando o carnaval chegar
(Chico Buarque/1972)

Quem me vê sempre parado, distante
Garante que eu não sei sambar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando
E não posso falar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu vejo as pernas de louça da moça que passa e não posso pegar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Há quanto tempo desejo seu beijo
Molhado de maracujá
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
E quem me ofende, humilhando, pisando, pensando
Que eu vou aturar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
E quem me vê apanhando da vida duvida que eu vá revidar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu vejo a barra do dia surgindo, pedindo pra gente cantar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Eu tenho tanta alegria, adiada, abafada, quem dera gritar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar




... chegou.

Um comentário:

Anônimo disse...

Chegou para mim também, Miúda ;)